Essa é a teia, o mapa dos conceitos que estruturam esse trabalho.
Os polígonos traçejados são clicáveis e delimitam os núcleos do trabalho (introdução, referências teóricas, métodos e processos, etc), e as estrelas sinalizam os objetivos pretendidos. Também será possível navegar clicando em alguns dos itens dispostos e nas conexões entre eles.
Na atual fase de desenvolvimento, a teia não está completamente programada (longe disso hehe). Recomendo clicar na área do seu primeiro núcleo: introdução (antropoceno - crise ecológica em escala planetária...), logo abaixo da primeira estrela rosa. Essa parte demonstra o funcionamento da teia. Esse protótipo representa a sua navegação integralmente, pode clicar nas linhas :)
Também recomendo, por enquanto, abrir a página no navegador Mozilla Firefox e em um monitor de 23" ou mais.
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recursos ecossistêmicos, biotecnologia restauração de restingas, mangues e matas ciliares economia de cuidado turismo de base comunitária cooperativas economia circular balões eólicos telhas solares pequenas centrais hidrelétricas biomassa marinha caiaques jangadas pequenos barcos surf terminais de integração teleférico educação livre cuidado comunitário lazer expressão criativa bibliotecas oficinas comunitárias fablabs armazéns públicos hortas comunitárias jardinagem de corais agroflorestas coprodução biofabricação parentesco
descrição dos impactos da ultrapassagem dos limites planetários: perda de infra perda de biodiversidade: > comprometimento de recurso alimentar > comprometimento do turismo perda de modos de vida etc etc etc etc etc
previsão de cenário futuro: IPCCs SSPS; Arup for plausible futures; cenários GTN
“alguma coisa do franco bifo berardi”
“dream bigger than despair”
antropoceno
grande aceleração
crise ecológica em escala planetária
perda do futuro
design regenerativo
design discreto
estudo de referências projetuais
design multiespécies
cyberpunk
ultrapassagem dos limites planetários
high-tech, low life
incompatibilidade entre sistemas econômicos dependentes de crescimento infinito e o metabolismo da natureza
contração de habitat e recursos: quem ocupa? quem governa?
reconhece a crise, mas ela não é sobre salvar a Terra. é sobre decidir quem sobrevive fora de um planeta morrendo.
estratégias de mitigação que esquivam-se de pensar soluções sistêmicas: crédito de carbono; remoção de carbono; nature based solutions; geoengenharia
feedbacks; a Terra aquece com força própria
a responsabilidade do design como um campo técnico responsável por ter materializado visões de mundo hegemônicas antropocêntricas
padrão comum entre tendências do sistemas Terra e tendências socioeconômicas: formato exponencial (IGBP)
barreiras psicológicas para ação climática
afetos
colaborações
simbiogênese
reconhecimento de relações multiespécies
“first, there is a map”
cartografia radical
ocupação costeira em comunidades multiespécies
cenários de futuros possíveis e desejáveis
territorializar impactos
"We live in capitalism. Its power seems inescapable. So did the divine right of kings." - Ursula K. Le Guin
etnografia multiespécies
(Tsing, 2015)
necessidade de repensar a atuação do design como ferramenta empoderadora para processos de justiça socioambiental
branqueamento soterramento pisoteamento eutrofização das águas
por obras
por sedimentos
erosão da falésia
turismo predatório
assoreamento de rios
maré
aumento do nível do mar intensificação de eventos climáticos extremos (maior frequência, intensidade, imprevisibilidade) aumento da temperatura média global
fofofauna - mobilização de afetos simbiose, adaptação, queerness perda de biodiversidade mais acelerada de todos os ecossistemas, símbolo do 6 evento de extinção em massa
evolução assistida, seleção de indíviduos de melhor adaptação as novas configurações climáticas
como propiciar melhores condições de desenvolvimento para essas mudas de coral?
necessidade de disputar o imaginário de futuro, apresentando alternativas de organização social, produção, e, em foco nesse ensaio, design e construção
destabilização de toda a cadeia trófica marinha, perda de serviços ecossistêmicos, insegurança alimentar, perda de modos de vida
empoderar comunidades diretamente afetadas
como mobilizar agências, para futuro possíveis e desejáveis?
quem faz parte desses futuros?
biologia geografia engenharia biotecnologia economia agronomia turismo ciências sociais
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recifes de corais como infraestrutura azul para mitigação da erosão costeira
obra de enrocamento da Barreira do Cabo Branco
infraestruturas cinzas, não resilientes e ambientalmente danosas
como conciliar interesses das comunidades humanas e não-humanas nos projetos de intervenção no território?
quebramares
engorda de praia
estratégias para mitigar os impactos negativos, regenerar o ecossistema e criar oportunidades de prosperidade comunitária
piscinas de corais do Cabo Branco-Seixas
(Haraway, 2016; 2022)
estruturas de apoio ao crescimento de corais
regeneração de ecossistemas
solarpunk
desaceleração; decrescimento comunidades reguladas com o metabolismo de ecossistemas locais bem-viver prosperidade comunitária parentesco multiespécies energia renovável descentralizada e de baixo impacto transporte ativo ou coletivo, acessível redução de jornada de trabalho permacultura sistemas alimentares baseados em plantas tecnologias reparáveis compartilhamento de bens regeneração cultura maker * colaboração *
recifes de corais
arquitetura e urbanismo como campos mediadores das relações entre diversos saberes no espaço